quinta-feira, 30 de junho de 2011

A vida é uma caixa de surpresa - Capítulo I


Oi Gente, demorei para atualizar né? Desculpas, se bem que elas nem valem mais, mas está aí a primeira parte da história, comentem se gostarem, eu adorei escrever e até me empolguei, ela também não parece tão forçada como as de antes né? Eu achei shaushaush
Bom, minha inspiração para escrever voltou ~aeww~ 
Enjoy Peoples \o



Um encontro turbulento

Estava indo ao parque com Mari, ela ia encontrar um garoto, o menino que ela sempre esteve afim e que agora eles ficavam se encontrando direto, eu iria ficar longe, claro, não queria segurar vela.
- Carrie, você não vai ficar chateada? - Mari me perguntou quando entramos no parque.
- Pelo que? - Olhei para ela com os olhos estreitos. - Você vai fugir e me deixar aqui sozinha e viver uma vida de aventuras e tudo mais pelo mundo? Vou.
Respondi e rimos, mas depois ela parou e ficou de frente a mim.
- Olha, é que o Luiz...
- Maaaaari! - Ouvi um garoto chamar minha amiga.
Olhamos para onde a voz tinha vindo e dois garotos se aproximavam. Um era Luiz Felipe e o outro era o menino que eu mais odeio no mundo.
- Luiz - ela disse sorridente e foi abraçá-lo. - Oi Jonas.
Jonas, o outro menino, ele sorria tarado para mim, eu fiquei sem vermelha.
"Pelo menos não vou segurar vela sozinha", Pensei, mas depois caiu a fixa, era um encontro a quatro? Como Mari pode fazer isso comigo? Filha da mãe.
Puxei ela para um canto querendo enforcar ela.
- Você poderia me explicar o que é aquilo lá? - Apontei para o garoto.
- Eu iria te falar, mas aí... - Ela não terminou a frase. - Por favor Cah, só hoje... - Ela implorava.
- Ah eu não vou fazer "parzinho" - fiz aspas com as mãos - com esse imbecil, mas nunca na minha vida, olha a cara de tarado dele - eu disse estressada.
- Por favor, prometo não fazer mais isso, vai, por mim, ele é legal! - Ela fazia voz manhosa.
Encarei ela por alguns segundos e ela ficava lá, com o olhar pidão para mim.
- oK, mas é só dessa vez - eu disse bufando e revirando os olhos.
- Ain amiga, eu te amo - ela disse me dando um beijo no rosto toda feliz, coisa que me fez rir.
Voltamos para onde eles estavam, Mari quase flutuava, ela era apaixonada nesse menino e descobrimos semana passada que ele também gosta dela.
- Estão com fome? - Perguntou Luiz Felipe, ela é bem legal, mas esse Jonas, ele é meu vizinho faz alguns meses, ele é tarado.
- Eu estou - respondi, afinal, eu estava mesmo.
- Eu também - Jonas falou e eu apenas o olhei de relance.
- Mas espera aí, vamos comer e depois andar nos brinquedos? Isso não vai dar certo, melhor a gente brincar de pois comer - Falou Mari, a voz da razão.
- É, ela tem razão! - Falei fazendo bico. - Então vamos logo brincar - saí correndo para a primeira bilheteria que avistei.

- Cara, que enrola, preciso entrar nesse brinquedo logo - reclamava Mari. - OH "TIO", ELES ESTÃO MUITO TEMPO AÍ JÁ, DÁ PRA ANDAR LOGO?
- Cala a boca Mariana! - Eu briguei com ela.
- Coé, grita comigo - ela disse rindo e eu ri com ela. Mari é daquelas meninas que amam pagar mico sabe, eu não sou TÃO doida igual ela, mas pode-se dizer que eu sou parecida.
- Então tá - disse. - EU QUERO ENTRAR O "TIOZINHOOOOOO".
- É, TEM 15 MINUTOS JÁAA - Começamos a fazer a maior zona na fila.
- Meninas, vocês são muito doidas - Jonas falou com uma cara assustada e eu olhei para ele rindo da cara dele.
- É, se está incomodado, a porta é a serventia da casa, nesse caso, parque - senti uma cotovelada nas costelas e olhei para o lado, Mari me olhava carrancuda, dei de ombros.
- Aleluia está parando - Ela disse e eu olhei para o Kamikaze, sim nós estávamos na fila do Kamikaze.
Esperamos as pessoas saírem e quando fomos entrar o "tiozinho" que cuida do brinquedo falou:
- Agora vou deixar rodar por 20 minutos - E sorriu para nós, olhei para Mari, ela olhou para mim e caímos na gargalhada.

- Cara, que "tiozinho" doido - Mari comentou e eu ri.
- Pois é, da próxima vez não grita mais com ninguém que cuida do brinquedo que iremos andar tá? - Fingi brigar com ela.
- Ah claro, só eu quem gritei - ela retrucou irônica.
- Acho que agora podermos comer né? - Jonas falou se pondo ao meu lado. Revirei os olhos.
- Claro, acho que essas malucas não querem ir em nenhum brinquedo "adrenalístico" mais por hoje - Luiz Felipe brincou puxando Mari pela cintura e beijando o topo de sua cabeça.
- Ah isso é verdade, eu não quero mais vomitar - respondi rindo.
- Nem eu - Mari concordou agora de mãos dadas com o garoto que a estava abraçando segundos antes.
Fomos conversando para a lanchonete, fora do parque, resolvemos que não iríamos andar em nenhum outro brinquedo, mas também né, andamos em quase todos, e vou confessar que eu adorei andar de carrinho de bate-bate de novo, fazia anos que eu não andava.

- Carrie, porque você não fala com o Jonas? - Perguntou-me Luiz Felipe quando o garoto foi ao banheiro.
- Porque eu não gosto dele - respondi.
- O que ele te fez? Ele é legal, todo mundo gosta dele! - Perguntou novamente.
- Ele é nojento e tarado, só quem mora ao lado dele sabe como é que é... - Respondi irritada.
- Tarado é? Quer dizer que você fica me espiando? - Perguntou Jonas no pé do meu ouvido me assustando.
- Você não ia ao banheiro? - Perguntei vermelha.
- Perguntei primeiro - retrucou ele.
- Não te espiaria nem se você fosse o Vin Diesel - respondi com ar de superioridade, já que é assim que me sinto em relação a ele.
- Convencida, duvido que não me espia, ainda mais quando esqueço de fechar a cortina do meu quarto - respondeu ele se sentando ao meu lado.
- Atá, coitadinho de você, acha mesmo que eu perderia meu precioso tempo olhando uma foca trocar de roupa? - Respondi rindo da cara dele.
- Pois saiba que eu te olho trocar de roupa quando esquece a cortina aberta - ele respondeu e eu fiquei roxa, azul, vermelha, verde, amarela...
- Você o que? - Perguntei irada.
- Não tenho culpa se você é descuidada e eu estou no lugar certo e na hora certa - ele respondeu bebendo o suco que ele tinha pedido.
- Vai tomar no...
- CHEGA! - Mari disse do outro lado da mesa.
- É, chega - concordei abrindo minha carteira e jogando o dinheiro em cima da mesa e me levantando. - Acho melhor eu ir para casa, falo com você depois Mari.
- Carrie... - Ela disse, mas eu já estava saindo da lanchonete, já que a mesa que estávamos era bem perto dela e não ouvi o que ela disse.

Fui andando para casa e cheguei meia hora depois, já que era meio longe da onde estávamos, quando estava passando em frente da casa de Jonas revirei os olhos e apertei o passo, por mais que eu soubesse que ele não estava ali era horrível a sensação de saber que era ali que ele se escondia, esse idiota.
Querem saber porque eu o odeio tanto? Sabe aquela história de você gostar de um garoto e ele te humilhar em público? Então, tirando a parte do "público" foi o que aconteceu.

Só que ninguém além de mim e ele, claro, sabem disso, nem mesmo a Mari, pelo menos por minha parte.

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