quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Um louco aniversário!


Pois é né? Acho que tenho muito o que explicar... Duas semanas sem postar!
Bom, para começar... Na primeira semana de falta eu estava sem inspiração, sabe, aqueles dias difíceis, e quando se é para fazer algo para divertir as pessoas não dá muito certo... Na segunda semana já foi meio que descuido mesmo, eu até terminei a história  depois que comecei a escrever, mas isso aconteceu era 2h da madrugada e quando fui postar ~ia postar atrasado~ a menina de quinta feira já tinha postado, então eu deixei para postar hoje, sei que foi uma falta grave, mas vou tentar não repetir, gosto de cumprir com meu dever, não via a hora de vir me desculpar com vocês!

Bom, agora chega de pedir desculpas, vamos ao que interessa. Divirtam-se!


20090212142745Hoje eu vou no shopping com minha prima, SOZINHAS, meus pais confiam nela, embora ela seja da minha idade. Sabem é que eu sou um pouco pra frente e impulsiva. Nem sei como eles me deixaram ir só com ela hoje, acho que é porque é meu aniversário. Só Pode ser isso.
Vou me apresentar. Me chamo Carla, eu tenho 16 anos ~fiz hoje~ e nunca saí sem a companhia dos meus pais. Minha prima se chama Fernanda, ela sai sozinha de casa desde os 13 anos.
Apresentadas então vamos as compras!
...
- Nanda, você é muito estilosa menina! – Eu disse olhando ela sair do provador.
- Não sou... – Ela disse dando uma volta.
- Você é e não discute – eu disse e ela riu – as vezes tenho inveja de você...
- Não exagera! – Ela disse rindo e voltando pro provador.
Pouco tempo depois ela volta com outro modelito, ficamos nessa até ela provar todas as roupas e saímos da loja. Quando fazemos isso, esbarro em dois garotos.
- Oh me desculpe, sou mó desastra...da – eu gaguejei no final e ficando vermelha ao ver o garoto que eu tinha sujado com seu próprio refrigerante.
- Er... Não tem nada... – Ele disse quando nossos olhos se desviaram. Não sei porque meu coração estava acelerado, parecia que eu estava correndo há um bom tempo. Olhei para minha prima e ela ria, olhei para o amigo do menino e ele ria também.
- Do que vocês estão rindo seus babacas? – Perguntei corando. Eu sabia por que eles riam.
- Ah Carol, porque vocês não se beijam logo? – Ela disse me empurrando nele.
- Porque já superei essa época – eu disse empurrando ela pra o loiro que ria igual ela. – Cata você esse trem aí!
- Calma ae, não sou trem, sou o Fábio! – Ele disse segurando Fernanda pela cintura e eu sorri de lado pela situação dela. Sou um pouco malvada ok?
- Você nunca muda né Carol? – Hugo, o garoto que me esbarrei falou no meu ouvido. Ele era um ex-amigo meu que eu gostava e agarrava por aí às escondidas... Como se diz? Amigo colorido. Eu sorri e empurrei ele que tropeçou numa senhora que passava e eu comecei a rir muito, até minha barriga doía. Nem ri por ele ter caído, ri porque a senhora deu tanta bolsada nele por ter caído em cima dela com a mão no peito. Ele ficou mega sem graça e quando ela saiu de perto ele me pegou pelas pernas me jogando no ombro, fazendo com que eu ficasse com a cara nas costas dele, eu dava soco nele mas ele só sabia rir.
- Ah, vou te dar um remédio para maldade agora! – Ele disse descendo as escadas rolantes comigo berrando e batendo nele, balançando as pernas inutilmente.
- O que você vai fazer Hugo? Cara, me solta! – Eu gritava e ele só sabia rir, eu vi Fernanda atrás dele e ela ria e não fazia nada. – Fernanda me ajuda!
- Não, to ocupada agarrando o Fábio! – Ela disse de maldade. Acho que não sou a única malvada da família.
- Calma, Carol linda, chegamos! – Hugo disse me colocando no chão depois de algum tempo, tínhamos até saído do shopping.
- Que lugar é esse? – Perguntei olhando para os lados. Vi que Fernanda, Fábio e alguns amigos nossos estavam ali com canetas, batons, ovos, areia e mais um monte de coisas, eu arregalei os olhos e me virei para correr, mas era uma espécie de beco sem saída, um corredor. Eu olhei para eles implorando com os olhos, mas logo veio Hugo com um ovo e tacou na minha cabeça. Logo depois veio Fernanda com um outro ovo e todos que estavam lá, eu estava querendo morrer claro. Mas não parou por isso, pegaram o resto das coisas e tacaram em mim. No fim de 10 minutos eu estava toda melecada com ovo, farinha de trigo, terra, confetes de carnaval, e tudo mais que se possa imaginar. Fora as marcas de batom, canetão e lápis me desejando parabéns.
- Acabou gente? Posso ir pra casa me limpar? – Eu perguntei querendo chorar e rir ao mesmo tempo.
- Não, agora você vai andar atrás do carro! – Disse Fernanda me levando para fora do beco onde eu vi uma camionete Ranger estacionada com uma corda amarrada atrás e a capota aberta. O pessoal subiu nela enquanto Hugo me segurava e Fábio me amarrava. Fazia muito tempo que eu não via esse garoto e quando ele volta faz isso comigo, mas ia ter volta, ah se ia!
Me levaram por todo o centro da cidade naquele estado e depois me levaram pra casa. Quando cheguei lá fiquei sabendo que meus pais sabiam disso. Confesso que fiquei puta da vida com isso, sujei Fernanda, mãe, pai, Hugo... Todo mundo que se encontrava ali. Ficamos todos fedendo ovo e rindo.
Mas esse foi o melhor aniversário da minha vida!

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